terça-feira, 14 de abril de 2009

I love you but...


I love you, but you don't laugh at my jokes.
I love you, but you're so uptight.
I love you, but you don't take me out to dance.
I love you, but I miss the butterflies in my stomach.
I love you, but you take political correctness to far.


http://www.loveyoubut.com/

because no one has the obligation to please anyone completely.



(i'd like to finish the sentence with... but i love you after all.)

quinta-feira, 12 de março de 2009

Hoje tive um sonho que me deixou muito angustiado. Eu estava no topo de um prédio muito alto de formato circular, onde tinha uma espécie de brinquedo de parque de diversões em que era preciso subir em uma escada de plástico muito frágil e sem corrimão para entrar. Minha primeira reação foi a de temer a altura, de cair, senti uma vertigem estranha e deitei no topo do prédio, meu coração batia forte. Quando estava deitado eu tentava me convencer que não é legal ceder ao medo e resolvi, tremulo, subir a escada estreita, que não parecia suportar meu peso. Subi em cima da escada exatamente no momento em que ela estava sendo recolhida e eu estava caindo e acordei.




É engraçado que não costumo sentir medo de altura, não mais, e tenho pouco medo das coisas óbvias que assustam todo mundo, mas a verdade é que eu confirmei um medo muito mais perigoso, o medo de falhar, o medo que vem da insegurança, de se sentir uma merda, medo de sair do apartamento, da minha zona de conforto, lugar que se tornou uma espécie de refúgio, para correr atrás das coisas, sem temer o fracasso, o que vejo no espelho, e percebi que esse medo se opõe a outro tipo de medo, igualmente angustiante, o medo de ter medo, de sucumbir e me tornar escravo do medo, de deixar ele me dominar, de ficar em casa, me auto-oprimindo. Esses dois tipos de medo são contraditórios, me confundem, alimentam um ao outro e convergem para o mesmo lugar, um labirinto em que eu não posso mais ficar.

Eu estou sendo confrontado. Confrontado por mim mesmo. Eu tenho a resposta para todas as minhas dúvidas, não tive que ser um gênio para chegar a essa conclusão, eu sei como buscar a solução para o meu problema. Hoje o quiroga me falou;


"A falta de autonomia e a dependência que sua alma sente em relação a outras pessoas será superada quando você faça valer seus próprios desejos e se atreva despudoradamente a experimentá-los na prática cotidiana."




fazer valer; ter coragem, determinação, fé;
dar, acreditar, ver;
empenhar, dar a palavra;
fazer, outorgar certeza;
confiar.

reconfortante e angustiante.

O que falta a você não será preenchido por um trabalho, por dinheiro ou por um belo par de olhos apaixonados. O que falta a você será preenchido com coragem suficiente para fazer valer seus próprios desejos e aspirações.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Quando a obviedade do que precisa ser mudado deixa de bater na porta, e entra pelas beiradas, pela presta da janela, assoviando aquele barulho de vento correndo pelos aposentos vazios, contornando os espaços dos corredores até a porta se abrir num estrondo, de que forma que é impossível não respirar aquela ventania rápida e feroz que invade a sala trazendo a luz de fora, o que precisa ser mudado precisa ser levado com o vento.

É claro que é difícil encarar sem lágrimas nos olhos a ventania, é claro que os olhos levam um certo tempo para se acostumarem com a claridade que invade, mas a porta já não pode ser mais fechada.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Sometimes I envy the people who were forced into it, because they were in the confortable position of being victms. Me? I really keep thinking that I had a choice, that it was up to me somehow... but really, it wasn't. I was coerced. He didn't rape me off only literally, he raped my trust, my inocence, my desires, he made me find pleasure in being abused, he made me part of his game. In his hands I was a fool. He didn't run after me, he made me come to him. I feel stupid and used. I'd rather had been forced. This part of me, my stolen decency, my dignity, my integrity... of it all, is what I miss the most.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

I don't know what to say. I feel like there's no words that might describe how it was and what if meant ot me, and most importantly, how I felt. I can't describe how I felt and it hurts that no one will ever know, ever undestand.

I talk a lot but I can't avoid feeling speecheless, I feel like I don't know how to communicate. Sometimes I feel like I'm not from here, then I get silent, and silence speaks out loud so I talk again.

I pretended it didn't happen. That's how I used to deal with it. But I knew, I always knew. I was never good at fooling myself as I was with others. That made me quite a good lier. I'm very honest though. My lies never reached me, I was honest to myself about my confusion, about how messed up I was somewhere hidden inside of me. I knew I didn't know shit. I still don't know, but I guess a lot.

Sometimes the silence ir really silent and I'm not sure whether I like it. I feel like taking a deep breath, or I feel like drowning. So I might scream or just shut up, I can't define what I am. I'm not that simple.

But who, deep inside their thoughts and feelings, is simple? Aren't we all speacial, different, complicated, unique beneath our covers? Or are we just ordinary, boring, mundane people, dying to be alive?

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

all the frogs we have to swallow

"Sometimes people need to be forgiven. And sometimes they need to go to jail. And that is a very tricky thing on my part... making that call."



Falando em perdão, mágoas e pecados é difícil definir qual atitude tomar, quando definir, saber, certo, errado todas essas palavras esnobes, deterministas e cheias de verdade já deram, sério. A verdade, outra palavra cheia de verdade, é que ninguem sabe de nada, eu acho. Escrever se torna cada vez mais difícil na medida que eu quero negar desesperadamente tudo que escrevi, não para dizer o contrário, mas para não dizer nada at all. I don't know shit. E no entanto acredito e defendo tantas coisas... eu não sei, e tenho orgulho de não saber, acho. Cada caso é um caso, and i think of the scream, and all the frogs we have to swallow.

most of the times we don't quite know what to do, so what we do get to do, is what should have been done.

As coisas são o que são, e isso não pode ser mudado. Até as atitudes mais premeditadas e artificiais são as mais naturais a serem tomadas, pois foram motivadas pelo sentimento que as causou.

eu acho.



Nothing is out of place, but everything is moving.