sexta-feira, 30 de novembro de 2012


Mankind is resilient. We struggle in the face of adversity. Men is oftenly ready to fight for a sense of honor, to earn one's fear or respect. What man can't bare is an adversary not willing to fight back, one who refuses to win nor lose. One who turns the other cheek.

You see, I used to believe this candid Christian motto was nothing but a sign of weakness and masochist submission, now I can see another point of view. Superiority, sympathy; “Forgive them father, for they don’t know what they are doing.” Where you choose not to acknowledge or not to take offence by others behavior.

It can be wise, but it’s also, of course, an act of cynicism that disregards another’s point of view. Where you fail to recognize one as being capable of making one’s own choices. It is dubious and confusing. For any and for this situation, be suspicious of kindness.

Mankind is oftenly killed by kindness, which can be seen as an act of greatness, or of patronizing indifference. Unexpected or unwanted forgiveness may not be forgiven because it gives a man an ultimatum.

It’s not something one can disagree, since it has nothing to disagree about. One can either resent the other by not accepting to be put in such situation of absence, or to put his pride and self-righteousness aside in a act of redemption, which feels like suicide, since its the death of ego. The death of ego, it is the core of forgiveness as it is of being forgiven.

For both man, it requires a paradoxical act of self-respect and selflessness. This is how you transcend the fact, as a matter of fact, this is how you transcend any fact, even the one in matter I can’t shut up about. It’s act within an act.

Turning the other chick is also taking a stand, and that’s why you can never flight a fight.

domingo, 29 de julho de 2012


How I view my flaws as opposed to yours, what I hated the most and where we both met;



Me:

Absentminded, Anxious, Audacious, Bigmouth, Bold, Complex, Dependent, Deranged, Disturbed, Explosive, Fierce, Fixation, Flirt, Gluttonous, Hedonistic, Idealist, Impatient, Indecisive, Immature, Impish, Klutz, Lustful, Masochist, Naive, Nosey, Obsessive, Overemotional, Precarious, Proud, Rebellious, Reckless, Resentful, Sadomasochist, Seducer, Self-Martyr, Smart Ass, Soft-hearted, Spoiled, Stubborn, Temperamental, Temptation, Theatrical, Unpredictable, Unsecure, Viceous, Weak-willed


You:

Abusive, Addict, Arrogant, Blunt, Callous, Complex, Cruel, Dependent, Disturbed, Dubious, Egotistical, Envious, Fickle, Fierce, Finicky, Fixation, Hard, Hypocritical, Ignorant, Impatient, Indifferent, Intolerant, Immature, Judgmental, Liar, Obsessive, Oppressor, Overprotective, Paranoid, Peevish, Pessimist, Proud, Remorseless, Rigorous, Sadist, Sarcastic, Selfish, Self-righteous, Sinism, Spiteful, Spoiled, Stubborn, Tactless, Temperamental, Untrustworthy, Unpredictable, Unsecure, Weak-willed


domingo, 12 de junho de 2011

a vida desnecessariamente miserável do pequeno burguês

Eu acho, e não tenho certeza, de que foi Baudelaire quem disse que preferia ser flaneur, emergido em sua experiência de observar o mundo, do que passar simplesmente seus dias a teorizar, escrever sobre a vida eximindo-se dela, ou talvez tenha sido Oscar Wilde que preferia ser dandi, quase ele mesmo um Dorian Gray, bon vivant desafiando a culpa, a moral, o tempo... Anyway, eu comecei falando sobre isso buscando uma certa comparação entre minha vida e a desses mitos urbanos do século XIX, mas fico pensando o quanto o flaneur era um observador da pequena vida que acontecia no labirinto da cidade grande, com um olhar cético, basicamente analítico até perder-se em devaneios e sobre o quanto o dandi era uma figura que vivia na superficialidade dos prazeres banais e me pego pensando que eu devo ser mesmo o homem comum que eles olham atrás das janelas das pequenas propriedades privadas, dos pequenos universos urbanos que compõem um mosaico calendoscóipico, em constante movimento circular, repetido padrões de comportamento, um hamster correndo em círculos, preso em sua gaiola...

e eu vejo minha vida de fora, onde a interferência já está contida no destino, and there's no freedom, just a script - como se fosse um filme dentro de um filme dentro de um filme (ad inf.)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Sobre os Olhos Incertos

I've been seeing you love, and your wandering eyes. They can't face mine. I've been longing for your eyes to tell me the things I need to hear to go on. I've been waiting for them to share some happiness or at least some hope. They don't seem to know where to go, and sometimes they lie, they lay on something insignificant, some empty space, like windows to your thoughts. They talk in a language I don't understand, I feel like watching a sad foreign movie without the subtitles on. I've been trying to find a connection to you, a glimpse, or whatever... but I'm left in a blank space, at open sea. It's hard to swim dear, the water is cold and so dense... its hard to move. I can't reach the shore, I'm far from the surface and I can't breath.

Where do you rest your eyes? they don't glide at mine and I'm lost and lonesome wandering thought the fog. Living in the brooms, every step away from my sanity and closer to a labyrinth, a cliff, a precipice.

I've been lost in you love. I've been lost in you. I've lost my mind. My mind.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

I’m letting go
To see if you hold onto me
I’m in doubt of what is thought and what is real
In our room
Between the shapes I thought I knew
A guilty… A pillow of feathers like snow


I’ve come to listening post be on your lines
I’m all ears to gather clues and look for signs

But I can’t hear the song you sing
While you try to soothe

Why are you whispering while the bombs are falling?




Go easy on me; I can’t help what I’m doing
Go easy on me; you can’t help what I’m doing


when thoughts have out numbered spoken words
In the early hours we failed to establish
Who was hurt



most.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

"Qualquer narrativa de ficção é necessária e fatalmente rápida porque, ao construir um mundo que inclui uma multiplicidade de acontecimentos e de personagens, não pode dizer tudo sobre esse mundo. Alude a ele e pede ao leitor que preencha toda uma série de lacunas. Afinal, todo texto é uma máquina preguiçosa pedindo ao leitor que faça uma parte do seu trabalho. que problema teria se um texto tivesse de dizer tudo que o receptor deve compreender - não terminaria nunca." (Umberto eco)

Você queria tanto passear pelos detalhes, passear na solidez que um acontecimento elabora, na segurança oferecida, que esqueceu de ler nas entrelinhas, esqueceu que as lacunas da minha história continuavam em você.

terça-feira, 20 de abril de 2010

I've been lying around in bed all day not sure weather I should get up. Sleeping has a way of tricking time you know? I cheated myself into the future believing somehow the absence from the present would prevent me from feeling the unbearable pain of being alive. In the process of having the most terrible and the sweetest dreams to waking up I lost sense of reality, not knowing what was really worst; waking up from my nightmare into the nightmare of reality, or waking up tortured by the fantasy I still had what I lost. Overcoming, it costs too much, it costs getting over. Letting go.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

new years eve.

daí hoje eu sonhei que a lua estava cheia e de repente explodia.




era até bonito, lembrava fogos de artifício e a virada de ano novo, mas era como se cada pedacinho da lua caísse sobre a terra como pequenas estrelas cadentes invadindo atmosfera, que se explodiam como cometas causando estragos e destruição.

eu tentei correr e me proteger, mas saí ferido, e a terra era de uma noite escura e os limites se quebravam dando espaço para um negro infinito.


daí eu acordei nesse ano novo de lua cheia, e olhei o horóscopo; sentimentos, lua cheia, crises, ânimos exaltados, uma profundidade densa... e a explosão.


o fim.

domingo, 15 de novembro de 2009

Mistério sempre há de surgir por aí

A vida tem dessas coisas de nos passar a perna e levar na queda todos os nossos sonhos e esperanças. É que tem sonhos e esperanças que já não cabem mais na caminhada, eles já não fazem juz ao presente, e temos a responsalibidade de nos reedificar. Se olhar no espelho mesmo, desvendar um olhar, fazer terapia, se perder, chorar, até arrancar a casquinha da ferida de vez em quando.

Não tem problema não, o futuro nunca deixa de vir. Nem a dor, nem a cura.



A vida é mesmo uma coleção de belas cicatrizes.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Pelo fim do pretérito

Maldita seja a alma torturada que inventou o tempo do pretérito; o pretérito do imperfeito, o mais-que-perfeito e pior ainda, o futuro do pretérito. Aquele que jamais vai acontecer. Esses modos todos não deveriam existir, pois tudo, absolutamente tudo é levado pelo tempo, e só nele existem. Eu proclamo e decreto morte ao que, pra começar nunca aconteceu.

Foda-se o se e o modo subjuntivo.


Você me amava, me amara um dia, poderíamos tentar ser felizes juntos se você ainda me amasse.



There's no such thing as going back in time.
"Shit."

sábado, 22 de agosto de 2009

Are you sleeping?
Still dreaming?
Still drifting off alone...
I'm not leaving with this feeling
So you'd better best be told
And how in the world did you come
To be such a lazy love?

It's so simple, and fitting
The path that you are on
We're not talking, there's no secrets
There's just a note that you have gone
And all that you've ever owned
Is packed in the hall to go

And how am I supposed to live without you?
A wrong word said in anger and you were gone
I'm not listening for signals It's all dust now on the shelf
Are you still working? Still counting?
Still buried in yourself?
And how in the world did we come
To have such an absent love?

And how am I supposed to live without you?
A wrong word said in anger and you were gone
And how am I supposed to live without anyone?

And how in the world did you come
To be such a lazy love?
And where did you go?

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Ensaio sobre o sentimento indizível

Início aqui a tentativa frustrada não de explicar, mas de construir um anti-discurso sobre o amor, em palavras livres dos domínios sólidos dos significados, pois sentir é quase sempre impassível de sentido. Já dizia Barthes, amar o outro é percebê-lo como um todo, ora, aceitar o outro inteiramente é admitir que este é completo.

Ao mesmo tempo em que somos generosos ao amar o outro inteiramente, e ao fazê-lo transcendemos-nos a nós mesmos e diluímos-nos (como as pequenas moléculas que tudo compõem) para atingir uma universalidade e tornarmos-nos inteiros, somos contraditoriamente egoístas ao negar ao outro que algo lhe falta. Ao amar inteiramente, negamos a este sua individualidade, o amor beira a união dos opostos; a plenitude é invariavelmente excludente, fragmentável.

Em respeito ao sentimento indizível (que chamamos de amor) eu deveria calar, mas essa tentativa de falar é ainda uma equivoca, mas honesta maneira de atingir o silêncio esclarecedor. “O próprio do desejo só pode produzir um impróprio do enunciado.”[1]

(Não) É inútil falar de amor.


Trechos de um devaneio incompleto.

[1] BARTHES, Roland. fragmentos de um discurso amoroso. Página 12.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

the heart of other people

we could talk about isolation, we could talk about buiding bridges, we could use words to describe feelings or we could not talk at all.

"I believe that truth has only one face: that of a violent contradiction."

(Bataille)



therefore i shut up.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

we are not alone.

Palavras podem ser ordinárias, mas o sentimento é nobre. Por isso geralmente rectifico o silêncio, mas proferir se faz necessário. Somos também unidos pelos clichês. Atribuir sentido, assimilar sensações, dividir... dividir não, compartilhar. Criar pontes. Escrever, falar, significa não desistir jamais, apesar da impossibilidade. Somos também unidos pela impossibilidade.


o escuro apaga
nossos contornos
o preto nos une
em um padrão
de vazio e de
infinito

o nada
nos preenche
o silêncio nos é
comum
e para unir-me a ti
agora me calo

quarta-feira, 17 de junho de 2009

The shadow of our past projects on clouds of dust and gas
The ones where my eyes will rest a silhouette of lonelinessI
f you see these tears fill in my eyes
It's just the wind that makes me cry
If you could feel this pain inside
It's from the drinks we drank last night

terça-feira, 19 de maio de 2009

When I was a kid and I was afraid of something, like going out in the dark, iI used to tell myself being afraid was pointless and that I should fight my fears, so I'd walk in the dark for hours. At first it was all very scary and all, I urged to run back to the light of the house, to my confort zone, but after a few minutes being there it got easier.

After a time facing the dark, things get lighter, and I started to see things clear, things I couldn't see before, when I was afraid. So when I came back to the light it was not so scary anymore, as a matter of fact, it wasn't scary att all, and I felt amazing, I felt brave.


I grew up feeling fearless and courageous, until I realized I was afraid of so many things I wasn't aware of, that I didn't even know I could be afraid of.



maybe its time to lissen to that clever young child I know.

terça-feira, 14 de abril de 2009

I love you but...


I love you, but you don't laugh at my jokes.
I love you, but you're so uptight.
I love you, but you don't take me out to dance.
I love you, but I miss the butterflies in my stomach.
I love you, but you take political correctness to far.


http://www.loveyoubut.com/

because no one has the obligation to please anyone completely.



(i'd like to finish the sentence with... but i love you after all.)

quinta-feira, 12 de março de 2009

Hoje tive um sonho que me deixou muito angustiado. Eu estava no topo de um prédio muito alto de formato circular, onde tinha uma espécie de brinquedo de parque de diversões em que era preciso subir em uma escada de plástico muito frágil e sem corrimão para entrar. Minha primeira reação foi a de temer a altura, de cair, senti uma vertigem estranha e deitei no topo do prédio, meu coração batia forte. Quando estava deitado eu tentava me convencer que não é legal ceder ao medo e resolvi, tremulo, subir a escada estreita, que não parecia suportar meu peso. Subi em cima da escada exatamente no momento em que ela estava sendo recolhida e eu estava caindo e acordei.




É engraçado que não costumo sentir medo de altura, não mais, e tenho pouco medo das coisas óbvias que assustam todo mundo, mas a verdade é que eu confirmei um medo muito mais perigoso, o medo de falhar, o medo que vem da insegurança, de se sentir uma merda, medo de sair do apartamento, da minha zona de conforto, lugar que se tornou uma espécie de refúgio, para correr atrás das coisas, sem temer o fracasso, o que vejo no espelho, e percebi que esse medo se opõe a outro tipo de medo, igualmente angustiante, o medo de ter medo, de sucumbir e me tornar escravo do medo, de deixar ele me dominar, de ficar em casa, me auto-oprimindo. Esses dois tipos de medo são contraditórios, me confundem, alimentam um ao outro e convergem para o mesmo lugar, um labirinto em que eu não posso mais ficar.

Eu estou sendo confrontado. Confrontado por mim mesmo. Eu tenho a resposta para todas as minhas dúvidas, não tive que ser um gênio para chegar a essa conclusão, eu sei como buscar a solução para o meu problema. Hoje o quiroga me falou;


"A falta de autonomia e a dependência que sua alma sente em relação a outras pessoas será superada quando você faça valer seus próprios desejos e se atreva despudoradamente a experimentá-los na prática cotidiana."




fazer valer; ter coragem, determinação, fé;
dar, acreditar, ver;
empenhar, dar a palavra;
fazer, outorgar certeza;
confiar.

reconfortante e angustiante.

O que falta a você não será preenchido por um trabalho, por dinheiro ou por um belo par de olhos apaixonados. O que falta a você será preenchido com coragem suficiente para fazer valer seus próprios desejos e aspirações.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Quando a obviedade do que precisa ser mudado deixa de bater na porta, e entra pelas beiradas, pela presta da janela, assoviando aquele barulho de vento correndo pelos aposentos vazios, contornando os espaços dos corredores até a porta se abrir num estrondo, de que forma que é impossível não respirar aquela ventania rápida e feroz que invade a sala trazendo a luz de fora, o que precisa ser mudado precisa ser levado com o vento.

É claro que é difícil encarar sem lágrimas nos olhos a ventania, é claro que os olhos levam um certo tempo para se acostumarem com a claridade que invade, mas a porta já não pode ser mais fechada.